ANABELA BRÍGIDA frequentou o curso de Teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema e o curso de representação do IFICT. Frequentou ainda outros cursos, dos quais destaca o curso de Comédia
Dell’Arte com direcção de António Fava, o curso de Teatro Musical na Central School of Speech and Drama e o curso de Representação no Lee Strasberg Studio.
Em teatro foi dirigida por Paulo Matos, Ávila Costa, Sandra Faleiro, Francisco Salgado, José Peixoto, Juvenal Garcês, Alfredo Brissos, André Murraças, Carlos Afonso
Pereira, João Lourenço, José Boavida, António Simão, Paulo Pinto, Rafaela Santos, Bruno Bravo e Adriano Luz.
No cinema trabalhou com Rita Nunes, Manuel Mozos, António Borges Correia, Marta Pessoa, entre outros.
Em televisão destaca as participações na telenovela “Amanhecer” (elenco fixo), nas séries “Diário de Maria” (elenco fixo) e “Jornalistas”, no documentário ficcionado “Cinema Português nos Anos
20” realizado por Jorge Queiroga e no Clube Amigos Disney como apresentadora.
CARLA BOLITO nasceu em 1973 em Moçambique. Frequentou o curso de teatro do IFICT e do Instituto Franco-Português(IFP). No final do curso do IFP estagiou na Compagnie Ouverture de Alain Maratrat
em Paris. Trabalhou com os seguintes encenadores: João Brites, Luís Miguel Cintra, José Peixoto, Ana Nave, Lúcia Sigalho, Jorge Silva Melo, Carlos J.Pessoa, entre outros.
No cinema, destaca o trabalho com os seguintes realizadores: Joaquim Sapinho, Fernando Vendrell, Margarida Cardoso e Cristián Jimenez.
Ganhou o prémio de Melhor Actriz do Festival Espoirs de Demain/Genebra (1996) com o filme “Corte de Cabelo” e o prémio Shooting Star do Festival de Berlim com o filme “O gotejar da Luz”
(2002).
Em televisão participou nas telenovelas “Bons Vizinhos”, “Morangos com Açúcar” (temporada IV) e nas séries “Bocage”, “O regresso a Sizalinda”, entre outras.
Em dança, trabalhou com Clara Andermatt e Olga Roriz.
Encenou os seguintes espectáculos: “Areena”, em parceria com Rafaela Santos; “Teatro-Fantasma”, em parceria com Cláudio da Silva; “Transfer” (também como autora do texto que foi editado pela
editora 101 Noites, através do Concurso de Apoio às Novas Dramaturgias do IPLB) e “Sentido Portáti”l (a partir de “História Abreviada da Literatura Portátil” de Henrique Vila-Matas).
TRAVA OU DESTRAVA LÍNGUAS
Dá-se o nome de Trava-línguas (ou parlenda) a uma forma literária de raíz tradicional, rimada com carácter geralmente infantil, de ritmo fácil e de forma rápida, usada, em muitas ocasiões, para
brincadeiras populares. Normalmente é uma arrumação de palavras sem acompanhamento de melodia, obedecendo a um ritmo que a própria metrificação lhe empresta. Os trava-línguas não são cantados,
mas sim, declamados em forma de texto, estabelecendo-se como base a acentuação verbal. Na literatura oral, são um dos entendimentos iniciais para a criança e uma das fórmulas verbais que acabam
por ficar, de forma indelével, na memória adulta.
Estas frases de difícil articulação, em virtude da existência de vários sons seguidos, não são usualmente utilizadas. Os trava-línguas, além de aperfeiçoadores da pronúncia, servem para divertir,
provocar disputas e entreter. São embaraçosos e provocam riso. Lançam o desafio ao seu emissor de os dizer depressa, o que se torna difícil, mesmo para adultos.
TRAVA OU DESTRAVA LÍNGUAS é um espectáculo de teatro dirigido a crianças entre os seis e os dez anos de idade construído a partir de lenga-lengas e trava-línguas, onde se desevolve, de forma
lúdica e pedagógica, um exercício sobre dicção e literacia.
Criação e Interpretação _ Anabela Brígida e Carla Bolito
Produção _ Bruno Reis para a Metamorfose
Fotografias_Alípio Padilha
19 de Fevereiro de 2011
_Teatro Municiapal da Guarda, Guarda
22 a 24 Março de 2011
_Teatro Viriato, Viseu
7 e 17 a 20 Maio de 2011
_CCB, Lisboa
19 Junho de 2011
metamorfose